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Estrutura de TI para emrpesas de pequeno porte, usando software livre.

January 18th, 2008 Ricardo No comments

Continuando o post de outro dia, vou falar um pouco sobre o que você precisa para montar a estrutura de TI de um pequeno escritório, para até 30 computadores, baseado em software livre.

Antes de mais nada, precisamos deixar uma coisa bem clara, software livre não significa que é software de graça!!

Pois é, parece que estou indo na contramão do GNU, mas pare e pense: Alguma coisa é de graça nesse mundo ?

Para ficar no caso mais explicito, a RED HAT há muito deixou de distribuir sua versão de Linux como GNU, passou a bola pro FEDORA PROJECT e manteve apenas a parte “gratificante” da coisa, a versão com suporte pago, veja, pode-se até dizer que não se paga pelo software, mas paga pelo suporte, e não mantém o software se não tiver suporte.

Trazendo pro dia-a-dia, talvez você se contente, como eu e muitos, com outras distribuições, como a própria FEDORA, a UBUNTU, SUSE, SLACKWARE ou DEBIAN.

O problema é: Você precisa de mão-de-obra especializada para projetar o ambiente, instalar e configurar tudo, além de precisar treinar os usuários nas novas ferramentas de trabalho.

Muitos de nós resistimos às mudanças, principalmente quando um usuário, que trabalha com o MS WORD desde sua versão 6 ou o EXCEL 5, é colocado diante do BR OFFICE que, mesmo sendo conceitual e estruturalmente semelhante aos produtos MS, consegue causar espanto, além daquela cara de: – O que é isso?

Então, como disse acima, essa transição costuma custar caro mas, se bem preparada, garante o retorno do investimento, a medida que, após o impacto inicial, seu custo de manutenção se resumirá à mão-de-obra especializada.

Por ser extensa, essa matéria será publicada em várias partes.

A primeira foi a introdução, agora passemos para MÃOS À OBRA clique AQUI.

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AMBIENTES EMPRESARIAIS COM SOFTWARE LIVRE – Prós e contras

January 16th, 2008 Ricardo No comments

PinguimDe vez em quando, me deparo com clientes questionando os altos investimentos vistanecessários para informatização de qualquer escritório, principalmente no que concerne ao custo de licenciamento de softwares.

O problema se agrava pois uma licença não é algo tangível, você não vê a licença, apenas uma nota fiscal e um certificado, o que deixa ainda mais indignado quem tem que desembolsar altas soma por esse papel.

Nesse momento, chega aquele sobrinho, filho, filho do amigo, primo do gerente, enfim, aquele pára-quedista (com todo respeito aos praticantes desse esporte, do qual sou um) que ouviu falar que existe um tal de LINUX que “é de graça”, sem custo NENHUM, e começa a sugerir ao responsável máximo pela empresa (normalmente empresas “de dono”), que utilize esse LINUX e todos os seus problemas de investimento desaparecerão.

Ora, quem não quer economizar!! Tem gente que encontra posto vendendo gasolina a metade do preço, vai lá e abastece!

No entanto, aquele bem (ou mal) intencionado amigo, esquece (na verdade ele não tem conhecimento) que a instalação de qualquer ambiente de TI deve ser feita por profissionais qualificados e, preferencialmente, certificados, com boa experiência, que saibam planejar, prever problemas, enfim, tenham a capacidade necessária para o desenvolvimento do projeto.

Então surgem os amigos do amigo, que “sabem tudo” sobre a instalação desses GNUsoftwares e cobram baratinho, não precisa contratar (fazer contrato) nem registrar em carteira, eles dão um jeito.

No final, quando está tudo instalado e funcionando (isso quando funciona), o “dono” não tem conhecimento ou habilitação para aprovar (ou desaprovar) o projeto, para saber se está tudo realmente funcionado ou se alguma etapa foi, acidentalmente (ou não), pulada. Todos os amigos recebem suas partes e… desaparecem – Não por mal, mas eles não tinham contrato formal, lembram ? – deixando o “dono” a mercê de sua própria sorte que, tenha certeza, um dia lhe faltará.

Embora pareca o contrário, não estou aqui defendendo os softwares pagos, sharewares, comercias, etc, não é isso, apenas quero despertar a atenção para um assunto que, vez por outra volta à tona, mas sempre acaba sendo esquecido.

Sou favorável – extremamente – ao uso de ferramentas livres, como o GNU/Linux e as diversas ferramentas nele suportadas, mas sou mais favorável ainda ao estudo criterioso do chamado CUSTO x BENEFÍCIO, um exemplo disso é a matéria REDUNDÂNCIA PARA LINKS DE INTERNET, que poderia ter sido desenvolvida em GNU/Linux, mas saiu mais barato, muito mais rápido eficiente e confiável fazer como descrito na matéria.

Nos próximos dias, publicarei uma série de artigos descrevendo como montar ambientes de TI baseados em software livre, software fechado e ambientes heterogêneos, que tentam aproveitar o que de melhor há em cada um dos dois.

Aguardem.

A continuação já está disponível, clique AQUI.

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