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Archive for the ‘Sistemas operacionais’ Category

Microsoft Windows Server Systems: Apresse seus planos para migração!

September 16th, 2009 Ricardo No comments

Como andam os seus servidores baseados em Windows 2000 server e Windows 2003 server, nossos queridos (é claro que isso não é unânime) W2K e W2K3 Servers!

O blog da divisão de Windows Server da Microsoft alertou ontem, 16 de setembro, que os sistemas operacionais Windows 2000 Server e Windows 2003 server estão se aproximando de suas datas finais de suporte ao usuário, em 13 de Julho de 2010.

No caso do Windows 200o server, o sistema chega ao fim do seu ciclo de vida, os usuários terão acesso à base de conhecimento  e ferramentas já criadas de manutenção, mas nada novo será disponibilizado.

No caso do Windows 2003 server, inclusive o R2, o produto entra na fase final de seu ciclo de vida, passando a disponibilizar, em caráter aberto, apenas atualizações de segurança. Correções não relacionadas à segurança, como eventuais melhorias, estarão disponíveis apenas para participantes de programas especiais, pagos, de suporte.

Portanto, é chegada a hora de retirar da gaveta aqueles velhos projetos de atualização de software (e hardware) que tenho, e que sempre foram postergados, em parte por contenção de despesas, em parte porque os sistemas sempre se apresentaram estáveis.

Para aqueles que ainda não tiveram contato com o Windows 2008 Server, posso assegurar que não há motivos para preocupação em um provável processo de migração. Possuo um servidor de domínio com esse sistema, sua instalação e operação são tão, ou mais, fáceis que no Windows 2003.

Algumas pessoas podem perguntar porque deveriam, por exemplo, atualizar seu velho servidor de internet, que roda um Windows 2000, sem apresentar maiores problemas. O grande risco é que alguma vulnerabilidade nova seja descoberta (e será, é questão de tempo), que não será corrigida pela Microsoft e que hackers se aproveitem dela para invadir redes e…. o resto nem precisa falar.

Se você tem um velho computador totalmente desconectado de redes e que, por exemplo, controle a operação de uma máquina ou coisas do tipo, até pode manter seu sistema sem a necessidade de atualizações, enquanto o hardware “respirar”, postergando assim os gastos com atualização.

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Como criar um pen drive de boot para instalação do Windows 7 ou Vista em Netbooks ou qualquer computador

August 3rd, 2009 Ricardo 17 comments

Na semana passada tive a oportunidade de ajudar o Rodrigo a instalar o Windows 7 em seu NETBOOK, um ASUS Eee Pc, com 2gb de memória, HD de 160gb, tela de 10.1″, Wireless, bluetooth, leitores USB e SD e só.

A grande diferença entre esse netbook e um notebook qualquer é a ausência de uma unidade para DVD, o que complica um tanto alguns procedimentos, principalmente quando se trata de boot de sistema operacional.

Com uma ligação para um amigo, o Rodrigo descobriu um site com um interessante tutorial sobre como criar um PEN DRIVE de boot para instalar o Windows 7, ou o Windows Vista, em computadores sem unidade de DVD.

Como o proóprio artigo diz, o procedimento é 100% compatível com qualquer computador com suporte a boot pelas portas USB.

Eu fiz todo o procedimento em um pen drive kingston de 4gb, e testei o boot em um notebook DELL e em um Desktop com motherboard ASUS P5W dH Deluxe, o boot funcionou nos dois.

Você precisará do DVD de instalação (ou uma imagem que você pode baixar no site da Microsoft), de um computador com Windows   e de um PEN DRIVE de 4GB (o conteúdo de instalação do Windows 7 consome aproximadamente 2,7GB). Esse pen drive será formatado! Todos os dados serão perdidos. Após o procedimento, você poderá usar o PEN DRIVE normalmente, para gravar o que quiser, apenas tome cuidado para organizar suas pastas.

Coloque seu pen drive na porta USB e aguarde que o Windows o reconheça;

Clique no botão INICIAR, EXECUTAR, digite CMD e tecle enter, isso abrirá o PROMPT DE COMANDO;

Na linha de comandos, digite DISKPART e tecle enter, será exibida uma tela com uma série de informações do utilitário;

Digite LIST DISK e tecle enter;

O utilitário exibirá uma lista com todas as unidades de disco instaladas em seu computador, inclusive as unidades USB, numerando-as a partir do número ZERO;

No meu caso, o pen drive kingston foi a última unidade reconhecida, recebendo o número 4. É muito importante que você preste atenção no número correto da unidade que representa o seu pen drive. Normalmente, os computador possuem apenas uma unidade de disco, que recebe o número zero, fazendo com que o pen drive receba o número 1. Eu identifiquei meu pen drive pelo tamanho da unidade, perceba, na imagem, que a unidade 4 é a que mais se aproxima de 4GB, o tamanho do pen drive. Para evitar confusões, usarei o texto NÚMERO_DA_UNIDADE nos comandos abaixo, você deve trocar esse texto pelo número da unidade em seu caso.

Digite SELECT DISK NÚMERO_DA_UNIDADE e tecle enter;

Digite CLEAN e tecle enter;

Digite CREATE PARTITION PRIMARY e tecle enter;

Digite SELECT PARTITION 1 e tecle enter;

Digite FORMAT FS=NTFS e tecle enter;

O processo de formatação levou cerca de 15 minutos em meu computador;

Após a formatação, digite ASSIGN e tecle enter;

Por fim, digite EXIT e tecle enter;

A imagem abaixo mostra todos os passos executados nesse processo:

installfromusb00Estamos quase lá, faltam dois pequenos passos:

Antes de mais nada, acesse o ícone MEU COMPUTADOR (duplo clique) e confira quais as letras que designam sua unidade de DVD e seu pen drive. No meu caso, as letras são E: para o DVD e G: para o pen drive: Mais uma vez, muita atenção, abaixo usarei os textos LETRA_DVD para a letra que corresponte ao DVD e LETRA_PEN, para a letra que se refere ao pen drive.

No DVD do Windows 7 ou do Windows Vista (ou em suas imagens de instalação devidamente descompactadas), há uma pasta chamada BOOT, com um utilitário para preparação do Pen drive para boot.

Na linha de comando, digite LETRA_DVD: e tecle enter (por exemplo D:)

Depois, para acessar a pasta BOOT do DVD, digite CD BOOT e tecle enter;

Na pasta BOOT, digite o comanto BOOTSECT /NT60 LETRA_PEN: e tecle enter;

Confira na imagem abaixo:

BOOTSECT

Agora, só falta copiar TODO o  conteúdo do DVD de instalação do Windows 7, ou Windows Vista, para o pen drive, em sua raiz.

Para instalar o sistema operacional, usando o pen drive:

Desligue o computador destino (que receberá o sistema operacional);

Insira o Pen drive na porta USB;

Ligue o computador e acesse o menu de boot (disponível nas BIOS mais modernas) – No Eee PC, digite ESC enquanto o computador estiver sendo inicializado. Em computadores DELL, a opeção é F12, para computadores com a placa mãe ASUS P5W DH Deluxe, a opção é F8. Em todos os casos a tecla deve ser acionada antes do início do carregamento do sistema operacional;

Menu de escolha da unidade de boot

Menu de escolha da unidade de boot

Selecione a unidade USB e siga com a instalação do Windows.

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Windows 7 Ultimate de graça para quem foi convidado dos testes beta

July 30th, 2009 Ricardo No comments

Eu até comecei a me empolgar ao ler a matéria da Mary-Jo Foley, ZD NET, dizendo que a Microsoft fornecerá uma cópia do Windows 7 Ultimate, de graça, para aqueles que participaram dos testes da versão beta do novo sistema operacional.

Mas o comunicado é claro, a licença gratuita do Windows 7 está garantida aos usuários que foram convidados a participar dos testes.

Eu, que dei uma de xereta ao sistema opearcional da Microsoft, tenho que esperar o lançamento e, se quiser, comprar um.

Pois é, nem tudo é perfeito! Mas, tudo bem!

Preciso dizer que gostei muito do Windows 7, com especial atenção ao Windows Media Center! Quando liguei meu computador à televisão LCD, descobri que tinha uma poderosa ferramenta de entretenimento.

No mais, continuarei publicando as novidades. Quem sabe, um dia, eu me torne um testador oficial.

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Microsoft Windows: Obrigatoriedade de escolha do navegador para o mundo todo ?

July 28th, 2009 Ricardo No comments
A questão agora é a seguinte: Deveria a Microsoft fornecer a janela de escolha de navegador de internet para os usuários de todo o mundo ?
Com a divulgação de que a Microsoft permitirá aos usuários europeus escolherem qual web browser desejam instalar, como desdobramento do processo antitruste movido contra a empresa americana na comunidade européia, a OPERA, empresa que iniciou o processo, afirma que a opção de escolha de browser deveria ser estendida aos usuários do mundo todo.
Alguns críticos apostam que, em no máximo 5 anos, as distribuições do sistema operacional Windows no mundo todo terão a opção de escolha do web browser a ser instalado.
Pessoalmente, acredito que a maioria dos web browsers mais usados no mundo executam bem suas funções. Como carros de uma mesma linha, mas de fabricantes diferentes, possuem diferenças. Uma marca agrada a um público, outra marca agrada a outro, mas todos são bons automóveis.
No meu caso, uso o Google Chrome para a maioria das navegações, mas prefiro o Internet Explorer para algumas outras, isso depende de como cada site se comporta com esses navegadores.
De qualquer forma, a obrigatoriedade da escolha dará uma chance maior aos fabricantes de navegadores, o que tende a melhorar a qualidade dessa categoria de sofrware no geral.
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A questão agora é a seguinte: Deveria a Microsoft fornecer a janela de escolha de navegador de internet para os usuários de todo o mundo ?

Com a divulgação de que a Microsoft permitirá aos usuários europeus escolherem qual web browser desejam instalar, como desdobramento do processo antitruste movido contra a empresa americana na comunidade européia, a OPERA, empresa que iniciou o processo, afirma que a opção de escolha de browser deveria ser estendida aos usuários do mundo todo.

Alguns críticos apostam que, em no máximo 5 anos, as distribuições do sistema operacional Windows no mundo todo terão a opção de escolha do web browser a ser instalado.

Pessoalmente, acredito que a maioria dos web browsers mais usados no mundo executam bem suas funções. Como carros de uma mesma linha, mas de fabricantes diferentes, possuem diferenças. Uma marca agrada a um público, outra marca agrada a outro, mas todos são bons automóveis.

No meu caso, uso o Google Chrome para a maioria das navegações, mas prefiro o Internet Explorer para algumas outras, isso depende de como cada site se comporta com esses navegadores.

De qualquer forma, a obrigatoriedade da escolha dará uma chance maior aos fabricantes de navegadores, o que tende a melhorar a qualidade dessa categoria de sofrware no geral.

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Windows 7: Chacoalhe suas janelas!

July 24th, 2009 Ricardo No comments

O Windows 7 traz grandes avanços em relação ao Windows Vista, principalmente nas questões de interface de usuário.

Algumas das melhorias podem não parecer tão importantes mas, acreditem-me, fazem a diferença na hora de usar o computador.

Uma dessas novidades é a forma de controlar janelas através do mouse. Até algum tempo atrás, podíamos arrastar e soltar janelas, além de uma ou outra opção de duplo clique.  Agora, podemos também chacoalhar as janelas, isso mesmo! Você “segura” a janela, clicando com o botão de comando do mouse e a chacoalha. Com isso, as demais janelas serão minimizadas ou restauradas, invertendo a condição anterior.

Além disso, se você “segurar” a janela e “bater” com o ponteiro do mouse no topo da área de trabalho, a janela será maximizada. Se bater na lateral esquerda, a janela será restaurada se encaixando à lateral esquerda, com o mesmo comportamento caso o faça no lado direito.

Clique "segurando" a janela e chacoalhe-a

Clique "segurando" a janela e chacoalhe-a

Além disso, o botão Show Desktop agora está na lateral direita da barra de tarefas, sempre disponível, o que facilita a “limpeza” das janelas abertas.

Botão Show Desktop

Botão Show Desktop

Ele também possue a função PEEK AT DESKTOP, que permite a visualização do desktop e apenas os contornos das janelas abertas, o que facilita a visualização, sem necessidade de efetivamente limpá-lo.

preview do desktop

preview do desktop

Existem divesas outras funcionalidades no Windows 7 que, discretamente, mostram que ele é um sucessor digno do Windows XP.

Agora, com o início das liberações oficiais para parceiros da Microsoft, é uma questão de tempo, bem pouco tempo, para que esse sistema operacional se se transforme em uma realidade, pelo menos nos computadores  comprados a partir de agora.

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Categories: Sistemas operacionais, windows 7 Tags:

Windows AZURE: Computação em nuvem da Microsoft vem aí!

July 14th, 2009 Ricardo 1 comment

Se você não está familiarizado com o conceito, é o seguinte: Ao invés de você instalar o sistema operacional Windows completo em seu computador ,você instala apenas um sistema básico, pode ser até em Linux, ou Windows CE (usados em terminais Thin Client) ou qualquer outra coisa com capacidade de abrir um web browser e acessar a internet. A partir daí, você usa o computador virtual, que passa a contar com diversos recursos, tudo “dentro” do web browser.

Um lado bem interessante desse conceito é que você poderia, tranquilamente, utilizar computadores obsoletos, com pouca capacidade de hardware, pois tudo estaria sendo executado remotamente (é claro que uma banda realmente larga, beeeeem larga, é mais do que necessária).

A Microsoft anunciou hoje, na Worldwide Partner Conference, os preços que cobrará para uso de sua plataforma de computação em nuvem, ou cloud computing, ou SaaS, etc, o Windows AZURE e outras aplicações.

Haverá opções de pagamento por assinatura (você paga um valor fixo, independente do uso) ou por hora.

Apenas para ter uma idéia, os valores por hora são US$ 0,12 (doze centavos de dólar) pela “computação”, o acesso ao sistema operacional e uso das funções disponíveis, US$ 0,15 (quinze centavos de dólar) por GIGABYTE armazenado (que será calculado por uma média diária do volume de dados armazenados durante o mês) e US$ 0,01 (um centavo de dólar) para cada 10.ooo transações (cada transação corresponde a um evento de inclusão, alteração, leiura ou exclusão de dados armazenados).

Sinceramente, não faço idéia de como estimar quantas transações são feitas por um usuário médio durante o mês, mas é fácil calcular o custo do uso do computador (8 horas por dia, 22 dias no mês = US$ 21,12/mês) e considerar que um usuário médio não armazena 10gb de dados (US$ 1,50/mês). Usei aqui estimativas de uso de computadores da empresa onde trabalho.

Por hora, confesso que ainda não digeri direito todo esse conceito, e explico: Tudo se baseia em custo X benefício, ninguém vai pagar mais para ter algo pior ou igual. Os custos apresentados pela MS seriam interessantes se você não precisasse de nenum hardware ou, pelo menos, que o custo do hardware diminuisse demais. Mesmo os computadores obsoletos, que citei acima, um dia apresentarão problemas, deverão ser substituídos,  e isso custará algo. Além disso, o custo da mão-de-obra de manutenção de computadores e suporte ao usuário, nosso querido HELP DESK não será grandemente afetado, uma vez que os usuários continuarão lá, com as dúvidas e problemas de sempre, sem contar com os problemas que “cairão DA nuvem”.

Para colocar mais lenha na fogueira, imaginesse usuário do Windows AZURE, você está lá, todo confortável em seu trabalho quando, como de costume, seu sinal de internet desaparece, e sua operadora de banda larga leva alguns dias para sanar o problema (depois eles pedem desculpas, dão descontos na fatura, etc, etc,etc, mas o estrago já está feito).

Por essas e outras imagino que ainda é cedo, mesmo com a previsão da Microsoft de disponibilizar o AZURE em terras brasileiras a partir de Março de 2010, para adotar o conceito por aqui.

Não me veja como cético, tão pouco como alguém que não goste do conceito de computação em nuvem, pois tenho certeza que ele veio para ficar. Apenas penso que essa onda inicial é apenas um ensaio, que muitas mudanças virão até que estejamos definitivamente conectados ao MATRIX, digo, à nuvem.

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A diminuição da importância dos sistemas operacionais locais.

April 22nd, 2009 Ricardo No comments

Há, aproximadamente, 10 anos, resolvi deixar de desenvolver sistemas de computador administrativos para pequenas empresas. Com exceção aos casos onde alguns conhecidos insistiam muito, cheguei à conclusão que não mais desenvolveria esse tipo de sistema, até que estivesse capacitado a trabalhar com um ambiente relativamente novo (àquela época), os WEB BROWSERS. 

Em 1999, cheguei a conclusão  de que não deveria mais desenvolver sistemas que ficassem presos a computadores e sistemas operacionais como, até então, os sistemas que eu desenvolvia em DELPHI, CLIPPER  e outras linguagens.

Àquela época, notei que as aplicações baseadas em interfaces de web browsers traziam uma grande vantagem em relação às aplicações de interface própria, por permitirem o acesso a partir de qualquer computador, com qualquer sistema operacional. Não por acaso, aquele foi o ano em que fiz meus primeiros estudos sobre aplicação do sistema operacional LINUX, como alternativa de baixo custo às empresas.

Com o início das operações de banda larga, também notei que seria natural a portabilidade (esse nome está em moda, hoje) entre filais, ou seja, não seria necessário investir muito para que várias filiais usassem o mesmo sistema, sem os truques necessários quando linha discada e CARBON COPY  eram sinônimos de conxão. Além do mais, surpreendente, pensei em não mais instalar os programas, que eu desenvolvia, individualmente, em cada cliente. Mas, sim, instalar em um servidor meu e apenas permitir o acesso, talvez cobrando um aluguel por isso (O nome disso, hoje, é SaaS).

Passados os quase dez anos que mencionei, percebo que estava certo em relação à minha percepção. Eu não desenvolvi o tal do serviço, pois me envolvi com outros projetos, mas resolvi escrever este post apenas por que chegamos ao momento em que, cada vez mais, o sistema operacional de massa perde sua relevância.

Chamo de sistema operacional de massa todas as versões de Windows que não Servidores, pois estes sempre terão seu lugar garantido, pelo menos até que apareça algo realmente capaz de suprerá-lo, além dos sistemas base Linux. O MAC OS fica fora da linha dos sistemas de massa, pois é raro alguém comprar um MAC para rodar, exclusivamente, uma aplicação do tipo sistema administrativo (nem por isso o MAC OS está garantido). 

Portanto, nos próximos anos, veremos a diminuição da importância dos sistemas operacionais tipo CLIENT nos ambientes corporativos, cedendo lugar para pequenos sistemas operacionais embarcados (embedded), que apenas tenham capacidade de executar um web browser, que me arrisco a prever o nome: System Browser, ou Operation Browser.

Nesse quesito, o Linux leva vantagem, pelo menos levava. Seu núcleo, pequeno e modular, é perfeito para esse tipo de aplicação. É relativamente fácil remover tudo o que não é usado, e deixá-lo com poucos kilobytes de tamanho.

É claro que a Microsoft não está aí à tôa, eles têm trabalho para tornar o kernel do Windows mais enxuto, é claro, de olho nas oportunidades que estão chegando. Quando a Microsoft abateu o NETSCAPE em pleno vôo, eles sabiam não estar apenas derrubando um navegar web, um software, mas, sim, abrindo espaço para ela própria, ter todo o cyber espaço totalmente (quase) disponível para ela.

E o sistema operacional, do jeito que o conhecemos hoje, vai desaparecer ?

Sim, e não! O MS-DOS desapareceu ? Não, ele evoluiu, primeiro ganhou o Windows, depois, virou o Windows. É, mais ou menos, como alguns dinossauros evoluiram em aves. Guardam muito pouco de suas características originais, mas estão aí.

Usuários de sistemas administrativos corporativos, que há muito tempo podem fazer uso da computação remota, com os Thin Clients, tenderão a usar estações cujo sistema operacional seja apenas um lançador de web browser. Usuários de aplicações específicas, como CADs, estações de desenho e produção musical, tenderão a possuir um sistema operacional mais robusto, embora haja espaço para SaaS especializados. As empresas continuarão a ter os seus servidores, até mesmo por uma questão de segurança e sigilo mas, cada vez em menor quantidade, transferindo alguns tipos de software para a plataforma SaaS, como o próprio Microsoft Office ( A viabilização de uma corporação média, totalmente baseada em SaaS, depende da maturação de nossos serviços de internet, principalmente, aqui no Brasil. Não podemos ter apagões de internet, assim como não podemos tê-los com energia elétrica, aeroportos, estradas, portos, etc ).

Por isso, as novas gerações de gestores de TI deverão se preocupar mais, quando muito, com os sistemas operacionais servidores, deixando as estações de trabalho da maneira que, praticamente, nunca deixaram de ser, terminais de acesso ao servidor.

Mas não podemos deixar de observar a importância que os sistemas operacionais tipo CLIENT tiveram até hoje. Se podemos falar em SaaS e cloud computing é por que, por muito tempo, os sistemas operacionais locais nos permitiram desenvolver e testar nossas idéias sobre computação. O que vem por aí é o sistema operacional evoluido.

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PROFISSIONAIS DE TI GOSTAM DO WINDOWS 7.

April 17th, 2009 Ricardo No comments

Beta testers (usuários que instalam versões de teste) do Microsoft Windows 7 estão, em geral, 4 vezes mais satisfeitos do que os primeiros usuários do Windows Vista, de acordo com uma recente pesquisa realizada entre profissionais de TI.

Conduzida pela ChangeWave Research, a pesquisa revelou que 44%  de 68 usuários que testaram o  Windows 7,  disseram estar muito satisfeitos com a versão Beta do software. Uma pesquisa similar, conduzida em Fevereiro de 2007, poucas semanas após o lançamento do Windows Vista, apontou apenas 10% de usuários com a mesma opinião.

Os pesquisadores disseram que esses usuários, que se disseram satisfeitos com o Windows 7, citaram a melhoria da performance do sistema operacional como a grande razão da resposta.

Um dos pesquisados disse: “O Windows 7 consome menos memória, e me lembra uma evolução do XP”.

Na mesma pesquisa, aproximadamente 2000 usuários corporativos, responsáveis por compras de TI, foram consultados sobre os planos de suas empresas sobre o tema WINDOWS. 53% dos que responderam, disseram que suas empresas aguardarão a chegada oficial do Windows 7, pulando o Windows Vista. Apenas 15% continuam com os planos de atualização para Windows Vista.

De minha parte, tenho optado pelo Windows Vista nas novas aquisições, não usando a opção de DOWNGRADE, exceto em casos onde o seja necessária a instalação de programas incompatíveis com o Windows Vista (isso existe!), mas não farei nenhum UPGRADE DE XP para Vista, aguardarei o Windows 7.

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Fonte: ZDNet.com

Windows XP: O começo do fim.

April 14th, 2009 Ricardo No comments

Oficialmente, hoje, a Microsoft deixou de prestar o suporte padrão ao Windows XP, o mais popular sistema opearcional de todos os tempos.

Originalmente oferecido por 5 anos, o suporte padrão do Windows XP foi  estendido por mais dois anos e meio, o que confirma a qualidade e abrangência do sistema que, até hoje, é preferência no ambiente corporativo, fato comprovado pela quantidade de fabricantes de computadores que oferecem o DOWNGRADE (você compra o Windows Vista, mas instala o XP) e corroborado pelo suposto vazamento de documento oficial da Microsoft, permitindo que os integradores continuem com as políticas de DOWNGRADE.

O fim do suporte padrão é o primeiro passo efetivo do fim do ciclo de vida do Windows XP, e significa que apenas correções de segurança serão distribuídas gratuitamente nessa nova fase, o suporte estendido. Outras correções, como melhorias no produto, ou falhas não críticas, serão oferecidas apenas a usuários que pagarem pelo Extended Hotfix Support. O suporte estendido dura até 2014.

Por incrível que pareça, quem não será afetado por essa mudança é o usuário de instalações pirata do Windows XP. Quem não aceitava os termos do programa de verificação de autenticidade da Microsoft sempre teve direito apenas às correções de segurança!

A grande verdade, por trás dessa guerra entre irmãos, é que o Windows Vista não demonstrou, em termos gerais, uma melhoria significante sobre o Windows XP, pelo menos não a ponto de justificar a melhoria de hardware que o Vista exige (embora alguns integradores tenham insistido em vender computadores com 512mb ram e Windows Vista). Também há o fato de a grande maioria dos usuários corporativos não precisarem usar recursos avançados do sistema operacional. Para eles, a conexão de rede e o ambiente gráfico são mais que suficientes, os demais recursos do sistema operacional ficam, simplesmente, esquecidos.

Pessoalmente, só aderi ao sucessor – sem futuro – do Windows XP, o Windows Vista, há alguns dias, mas não totalmente. Meus computadores, em casa e no trabalho, possuem duas partições no HD. No trabalho, a partição principal possui o Windows Vista, e a secundária ainda possui uma instalação do Windows XP, para algumas aplicações que uso e não são suportadas pelo Windows Vista. Em casa, meu computador possui uma instalação do Windows 7, este sim, um sucessor à altura para o Windows XP, e outra instalação do Windows XP, que raramente uso.

No ambiente corporativo, em meu papel de gerente de TI, por hora, tudo fica na mesma. A grande maioria de meus usuários não precisa mais do que as atualizações de segurança e meu parque de computadores tem se comportado muito bem com o Windows XP. Composto por máquinas AMD e INTEL entre 1ghz e 2ghz de  processamento e 1gb de memória, alguns HDs de apenas 20gb, seria necessário um grande investimento em hardware para uma atualização de software. Vou aguardar o tempo consumir esse hardware, e deixar que a reposição natural de equipamentos dê conta da atualização.

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Windows 7: Tantas SKUs quanto o Vista, e mais!

February 3rd, 2009 Ricardo No comments

Uma das coisas que confundem os administradores de sistemas, eu entre eles, é a quantidade de versões (SKU) dos produtos Microsoft Windows.
O Windows XP possuia a versão starter, home e professional. O Windows Vista tinha Starter, Home basic, premium, ultimate e por aí vai.
Alguns analistas estavam afirmando que a Microsoft diminuiria essa quantidade, resumindo em duas ou três as opções de licenciamento do Windows 7. Se enganaram.
Windows 7 Starter, limitado a três aplicações simultâneas, Windows 7 Home Basic, aquele para paises emergentes, Windows 7 Home Premium, que possui interface Aero, Touch e Media Center (ah, Media center!! Da hora!), Windows 7 Professional, recebe Remote Desktop, Mobility Center e Presentation mode, Windows 7 Enterprise, apenas para licenciamento por volume, com boot de drive virtual e BitLocker, e, finalmente, nosso atualmente conhecido Windows 7 Ultimate, completo.
Portanto, administradores, a coisa continuará confusa.
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