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Archive for the ‘Hardware’ Category

LOGITECH: Mouse voador!

January 17th, 2009 Ricardo No comments

A Logitech apresenta o MX Air, um mouse inovador que não precisa de base para ser usado.
Como o próprio nome diz, o MX Air pode ser usado no AR, sem base de apoio.
Todo mundo que trabalha com suporte a computadores já deve ter passado por situações de desconforto, quando não temos espaço suficiente para operar o mouse ou, simplesmente, não há onde apoiá-lo, tendo que recorrer à própria perna, cadernos, parede, etc!
Eu já havia lido algo a respeito deste mouse há algum tempo, se não me engano, no ano passado. O botão scroll foi substituído por uma superfície sensível ao toque que, combinado com outros recursos, garantem design e funcionalidades atualizados ao produto.
Bom, o preço, ah! O preço!!!
Com preço sugerido de R$ 1.099,00 (metade do caminho de um notebook razoável) é previsível que o MX Air não se torne o produto mais vendido no Brasil em 2009 e, com certeza, eu continuarei usando o mouse na parede.
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Porque eu não penso em comprar (e não indico) um NETBOOK.

January 7th, 2009 Ricardo 1 comment

Embora tenham sido a grande febre mundial no ano passado, e prometem para esse ano, não penso que a linha NETBOOK seja uma boa opção aqui em terras brasileiras, ao menos nesse momento.  Eis meus motivos:

O NETBOOK pretende ser um notebook enxuto, para acesso web, pensando em um ambiente onde tenhamos muitos de nossos documentos armazenados em um disco virtual e, um pouco mais além, pensando em cloud computing ou software as a service. Isso seria realmente maravilhoso se as redes WiMax estivessem rodando, mas, limitados a alguns hot spots wifi, a mobilidade não é tão efetiva.

O NETBOOK é um dispositivo de capacidade computacional e de armazenamento reduzidas, em português claro: Possui um processador fraco e não tem HD (ou tem SSD muito pequeno), logo, não serve para grandes aplicações.

O NETBOOK pretende ser o computador popular, mais barato, garantindo a tão sonhada inclusão social, mas não é! Estou consultando um grande site de vendas on-line no instante em que escrevo este post. Um NETBOOK Eee PC Celeron com tela de 7 polegadas, SSD de 4GB e 512MB RAM sai por R$ 1.049,00. Um NOTEBOOK Positivo Celeron 560 2.13Ghz, 1GB RAM e HD de 120 sai por R$ 1.299,00. Apenas R$ 150,00 de diferença.

Isso tudo me leva a questionar qual o verdadeiro papel do NETBOOK hoje.

Não tenho dúvidas sobre sua importância como conceito computacional, pois acelera a aplicação dos modelos de cloud computing e SaaS, como disse anteriormente, entretanto, precisa ser ajustado até encontrar um ponto de equilíbrio, onde versatilidade, capacidade e preço, convirjam em favor do usuário.

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O QUE É NETBOOK. VALE A PENA COMPRAR ?

December 9th, 2008 Ricardo 16 comments

Já ouvimos falar muita coisa sobre esse assunto que, talvez, remonte à inclusão digital massiva, globalizada, que pervê mais que o direito, praticamente o dever, de todo o ser humano acessar a internet.

É claro que passam por aí a portabilidade do dispositivo e a redução de consumo de energia, como modo de aumentar a autonomia energética desses dispositivos, além do próprio barateamento do produto.

O NETBOOK é, basicamente, um notebook do qual removeram tudo o que puderam.

Seu HD é uma unidade FLASH, também chamado de SOLID STATE DRIVE, variando de 4GB até 32GB. A memória varia de 512MB a 1GB.

Também não conta com uma unidade de CD/DVD, tudo em nome da redução de consumo, preço e tamanho.

O display LCD de 9″ (polegadas) não é exatamente um sonho de consumo, mas resolve para o uso básico, e o netbook conta com uma saída VGA, além de conexões USB e leiores de cartões SD, MMC e MS.

Alguns possuem web cam integrada.

Se você necessita de computadores rápidos, com alta capacidade de processamento e armazenamento, esqueça, o NETBOOK não é, nem de longe, para você.

Se o seu caso é para pequenas aplicações como internet, e-mail e documentos em geral, o NETBOOK se apresenta como uma boa alternativa, mas tome cuidado, a diferença de preço entre os NETBOOK e os NOTEBOOKS mais baratos é muito pequena, uns 30% dependendo o caso. Se você considerar que com os 30% você está levando um HD maior, mais memória e leitor de CD/DVD, pode chegar a conclusão de que não vale a pena.

Mas os NETBOOK vieram para ficar, pode ter certeza. Se não exatamente com são hoje, pelo menos o seu conceito é mais que consolidado e, no futuro, todos os computadores serão baseados nele. Isso será tema de um próximo post.

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FIM DE SEMANA OFF LINE: A FONTE DO MEU MODEM QUEIMOU!

December 8th, 2008 Ricardo 1 comment

Pois é, acontece com todo mundo, comigo não haveria de ser diferente.

Na sexta-feira, dia 5 de dezembro, usei normalmente meu modem, tudo funcionando direitinho. Antes de dormir, como costumo fazer sempre, desliguei o conjunto MODEM + ROUTER WIRELESS da tomada.

No sábado, pela manhã, ao ligar novamente o filtro de linha (no qual estão ligados o ROUTER e o MODEM) o modem não deu sinal de vida. Verifiquei mais um pouco e constatei que a fonte, ou adaptador de energia, não está enviando corrente ao plugue que a liga ao modem. Traduindo: o adaptador queimou.

Como o MODEM é meu, terei que amargar com um pequeno prejuizo, que não dói tanto pelo valor (uns R$ 40), mas porque terei algum trabalho para encontrar o adaptador correto, 5V x 1A.

Tudo bem, quando digo trabalho, é dar uma corrida na rua santa efigênia e gastar uns trina minutos lá. O problema é arrumar esse tempo.

MULTI-TOUCH SCREEN PARA PC: Já chegou ultrapassada ? | Interfaces TOUCHLESS.

November 24th, 2008 Ricardo No comments

Talvez o título seja um tanto quanto pesado, até mesmo injusto, mas fiz uma breve reflexão sobre a praticidade da tecnologia multi-touch screen para PCs, comparando-a com outra tecnologia, as câmeras com sensores de movimentos.

Na linha do vídeo game Wii, as câmeras de vídeo com sensor de movimento começam a se tornar uma realidade para o usuário comum. Elas captam movimentos do usuário, que pode fazer gestos no ar, como arrastar objetos, clicar, aproximar ou afastar os dedos e outros movimentos, reproduzindo-os na tela.

Também há o teclado virtual laser, que projeta a imagem do teclado em uma superfície, e o usuário pode teclar nas imagens, obtendo o efeito de um teclado na tela.

Ou seja, aparentemente, a tecnologia TOUCH SCREEN, ou MULTI-TOUCH, terá uma forte concorrente na tecnologia touchless.

O touchless, entre outras, apresenta a grande vantagem de não depender de um monitor específico, ou seja, você pode pegar o seu notebook, com um projetor de parede qualquer, e fazer suas apresentações sem precisar tocar nenhuma tela ou superfície.

É claro que o multi-touch tem suas aplicações, como no próprio caso dos celulares. Não haveria sentido ficar fazendo mímicas para um celular, partindo do princípio que ele está ao alcance das mãos. Agora, ao invez de esticar o braço e tocar seu monitor, fazer movimentos diante dele até que faria sentido.

Não estou dizendo que teclados e mouses desaparecerão, pelo menos a curto prazo, pois ainda são meios muito eficientes de fazer o que eles se propõe a fazer, mas poderiam ser muito ajudados pelos recursos touchless.

Portanto, se você está ancioso por ver o Windows 7 e monitores multi-touch em ação, não deixe de prestar atenção nos recursos touchless.

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INTEL NEHALEM: Começa um novo mundo para CPU’s X86

November 18th, 2008 Ricardo No comments

A Intel, principal fabricante de processadores para PC, iniciou a venda dos processadores CORE i7 para desktops, o mais poderoso já fabricado pela empresa.

Profissionais da Intel afirmam que é a atualização mais significativa que os processadores X86 já tiveram nos últimos 10 anos.

Com arquiterura de 45 nanometros, a característica mais esperada do NEHALEM é o controlador de energia independente. Com ele, segundo a INTEL, o processador poderá controlar o uso de cada núcleo e, em casos onde o uso de um único núcleo seja mais indicado, desligar os demais.

Além disso, todo o controle de energia, temperatura e carga de trabalhado será executado de maneira mais eficiente.

É necessário esclarecer, ainda, quem será responsável pelo controle e ajuste desse controlador em tempo de execução de software. BIOS? KERNEL? BOOT LOADER? DRIVER? Quem terá poder para habilitar ou desabiltar, por exemplo, o desligamento de núcleos ociosos ?

É de se esperar que fabricantes de software, como a Microsoft, queiram controlar o uso desse recurso em seus sistemas operacionais.

Por enquanto, com o CORE i7, que é um processador voltado ao público HIGH-END e gamers, com velocidades 2.66Ghz (US$ 284,00) até 3.2GHZ no CORE i7 965 Extreme Edition (US$ 999,00).

É bom lembrar que não adianta esperar o processador fazer milagres sozinho. Uma placa mãe compatível, e que explore os recursos do novo processador, é fundamental para obter melhores desempenhos.

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GERENCIAMENTO DE MEMÓRIA: 8GB, SÓ COM SISTEMAS 64BITS

November 14th, 2008 Ricardo No comments

Outro dia, um amigo comprou um computador e, no exagero, mandou colocarem 8GB de memória.

Qual foi sua surpresa ao notar que o Windows XP, que acompanhava o computador, não reconhecia toda a memória.

A explicação é simples.

As versões normalmente vendidas de Windows, seja XP ou VISTA, são construidas com base em arquitetura de 32BITS, que tem uma limitação para gerenciamento de 4GB de memória.

Para solucionar o problema, foi instruido a mudar para um sistema operacional de 64BITS e pronto, toda sua memória passou a ser usada.

A máquina fica fantasticamente rápida, vale a pena.

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ATOM DUAL CORE: Começam as vendas oficiais

September 22nd, 2008 Ricardo No comments

A partir desta segunda feira, dia 22 de setembro de 2008, a Intel passa a vender o chip ATOM 330, com dois núcleos, a US$ 43.00 a unidade para pacotes de mil peças.

O ATOM 330 visa o mercado de desktops e possui dois núcleos de 1.6Ghz, 1MB de cache nivel 2. Ele suporta memória DDR2 de 667Mhz.

Os chips ATOM possui tamanho reduzido do processador e promete baixo consumo de energia, o que é muito importante, principalmente para unidades móveis, como notebooks e ultraportáteis.

Agora é esperar as primeiras máquinas com essa tecnologia para comparar seu desempenho.

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CONECTANDO DOIS PCS COM CABO CROSS OVER

August 3rd, 2008 Ricardo 20 comments

Para criar uma conexão, uma pequena rede, entre dois computadores, seja um desktop e um notebook, ou qualquer outra combinação, e não queremos gastar muito com isso, podemos recorrer ao cabo cross over.
Esse cabo nada mais é do que um cabo de rede quase comum, no qual uma das pontas tem o mesmo padrão de montagem de uma rede comum e a outra é montada com uma pequena troca na posição dos fios, para permitir que duas placas de rede sejam ligadas diretamente, sem o uso de HUBS, SWITCHES ou outros.
Mãos à obra:

Comece configurando a conexão de rede em cada ums dos PCs.
No Windows XP ou Windows VISTA, clique no botão iniciar e, em seguida, no item EXECUTAR.
Digite NCPA.CPL e tecle enter.

Clique com o botão direito do mouse sobre o item que representa sua conexão de rede e, depois, clique em PROPRIEDADES.

Na janela seguinte, na guia GERAL (ou REDE), procure o item PROTOCOLO TCP/IP (ou PROTOCOLO TCP/IP VERSÃO 4) e clique no botão propriedades.
SEelecione o item USAR O SEGUINTE ENDEREÇO IP e digite as seguintes informações:
Endereço IP: 192.169.0.1
Máscara de sub-rede: 255.255.255.0

Os demais campos podem ficar vazios. Clique em OK para fechar a janela de propriedades do protocolo TCP/IP e em OK novamente, para fechar a janela de propriedades da conexão.

Repita o mesmo processo no segundo PC, apenas alterando o final do ENREDEÇO IP:
ENREDEÇO IP: 192.168.0.2

Agora, basta conectar o cabo de rede entre os dois PCs e pronto

Você pode adquirir o cabo em qualquer casa especializada em produtos de informática e rede.

Imagine, agora, que o computador A, da figura acima, possui duas placas de rede, e recebe internet através de uma delas. Você poderá fazer toda a configuração acima usando a segunda placa de rede, e compartilhar a conexão de internet da primeira placa, conforme o post SitelivrePontoCom,  obtendo assim internet banda larga nos dois PCs, sem ter que gastar muito por isso.

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Thin Clients: Será que vale à pena ?

June 28th, 2008 Ricardo 1 comment

Este post descreve a minha visão sobre esse dispositivo, do qual nunca fiz uso, mas fiz estudos profundos para uma tentativa de implantação.

Proposta do dispositivo:

Os revendedores de THIN CLIENT apelam para vários benefícios que a tecnologia possui, entre elas:

  • Economia de energia;
  • Fácil manutenção (mínima manutenção);
  • Controle de usuários;
  • Economia com sistema operacional e licenciamento;

Em meu ponto de vista, a economia de energia é mínima, uma vez que precisamos considerar o conjunto completo para o funcionamento do THIN CLIENT, como o monitor.

A manutenção realmente é mínima, devido à inexistência de HD, CD ROM, etc. Os eventos que podem causar problemas se limitam à placa mãe.

Também é muito interessante o ponto de vista de que os usuários não têm muito o que estragar, uma vez que o sistema operacional local não dispõe de muitos recuros (normalmente Windows CE ou Linux).

A economia com sistema operacional e licenciamento é mínima, uma vez que, se você usa servidores Windows, terá que comprar uma licença especial para o THIN CLIENT acessar o Windows. Fora sistema operacional, não há nenhuma diferença de preço para licenciamento.

Análise de aderência:

A primeira coisa a fazer quando se pretende avaliar o uso desse dispositivo é estudar o tipo de trabalho executado na estação.

Caso o usuário acesse um único sistema, e não faça absolutamente nada fora dele, e esse sistema trabalhe com arquitetura CLIENTE/SERVIDOR, o dispositivo pode representar uma boa opção, explico: Um sistema bem desenvolvido sobre essa arquitetura, já usa mais recursos no servidor do que na própria estação, o que significa que não há muita diferença se usa a tecnologia TERMINAL SERVER ou ESTAÇÃO CLIENTE.

Caso o usuário necessite operar mais sistemas, como processadores de texto, planilhas eletrônicas e outros, o “custo” desse uso no servidor tende a ser muito alto, e não é compensado pela economia gerada pela adoção do THIN CLIENT.

Custo de hardware:

Esse é, em minha avaliação, o ponto mais polêmico, pois o custo do THIN CLIENT é, muitas vezes, mais alto do que o custo de um PC DESKTOP básico.
Se você considerar o custo por MEGAHERTZ, ou seja, dividir o preço do dispositivo pela sua velocidade, verá que o custo do THIN CLIENT é extremamente mais alto do que o PC DESKTOP.
Caso seja necessário disponibilizar uma unidade de CD, o custo pode estação aumenta muito.
Também é necessário investir pesadamente em servidores, com HDs maiores e mais velozes, mais memória, sistemas de redundância, etc.

Portanto, se você está pensando em adotar essa tecnologia, faça muitas contas, avalie cada necessidade de usuário, considere questões de licenciamento e avalie com muito cuidado, para não ter surpresas desagradáveis.

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